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domingo, 9 de setembro de 2018

Bolo de Maçã com Mel e Nozes

O lançamento dos livros de culinária que está fazendo o maior sucesso no momento é "A Química dos Bolos" de Joyce Galvão. E todo o sucesso é muito justo. Neste livro, a autora além de dividir suas receitas mais gostosas, também dá ótimas dicas de como assar um bolo perfeito! Esse de maçã e mel, por exemplo, é o melhor bolo de maçã que já experimentei!

Ingredientes: 
  • 3 ovos
  • 230g (2/3 de xícara) de mel 
  • 90g (1/2 xícara) de açúcar
  • 55g (1/3 de xícara) de açúcar mascavo
  • 240mL (1 xícara) de óleo vegetal
  • 390g (3 e 1/4 xícaras) de farinha de trigo
  • 2 colheres (chá) de canela em pó
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 400g (cerca de 4 unidades) de maçã gala
  • 140g (1 xícara) de nozes picadas
  • açúcar de confeiteiro para decorar
 **Dica: Borrife um pouco de óleo no recipiente em que você vai medir o mel. Isso evite que ele grude e ajuda na hora de misturar com os demais ingredientes

Preparo:


Pré-aqueça o forno a 180 oC e unte uma forma redonda de 23cm (com buraco no meio).
Peneire a farinha, o sal, o bicarbonato, o fermento e a canela numa tigela. Reserve.
Lave e pique as maçãs, mantendo a casca. 
Quebre os ovos um a um e transfira-os para o liquidificador. Acrescente o mel, o óleo, os dois tipos de açúcar e as maçãs. Bata por cerca de 2 minutos, até formar uma mistura homogênea. 
Aos poucos, despeje a mistura do liquidificador na tigela com a farinha, mexendo com o fouet para incorporar. Acrescente as nozes picadas e misture apenas o suficiente para ficarem envolvidas pela massa.
Transfira a massa para a forma untada e leve para assar por cerca de 30 minutos.
Desenforme o bolo sobre uma grade e deixe esfriar completamente. Com uma peneira, polvilhe o açúcar de confeiteiro para enfeitar. 

sábado, 24 de junho de 2017

Arancini com Geleia de Tomate e Pimenta

Arancini à venda no Mercato Centrale di Roma
Uma comida de rua que nos surpreendeu na Itália foi um bolinho (com cara de coxinha) feito de risoto! O nome é Arancini, e chegando no Brasil, descobrimos que a Rita Lobo, no seu livro O Que Tem Na Geladeira, mostrou o segredo deste aperitivo e ainda mais: nos presenteou com um molho / geleia de tomate e pimenta que fica perfeito como acompanhamento - e também serve para incrementar outras receitas: queijos e grelhados, por exemplo.

O arancini pode ser feito com qualquer sobra de risoto que você tiver em casa. Se precisar, aqui tem uma receita base (também no cantinho à direita).

Arancini

Ingredientes
  • 1 xícara de sobras de risoto, gelado
  • 25g de mussarela cortado em cubinhos
  • folhas de manjericão
  • raspas de limão
  • 1 ovo
  • 1/2 xícara de farinha de rosca
  • óleo para fritar


Preparo

Rasgue as folhas de manjericão e, junto com as raspas de limão, adicione ao risoto frio e misture bem.

Para moldar os bolinhos umedeça as mãos e enrole uma porção de risoto do tamanho de uma bolinha de pingue-pongue. Aperte bem para firmar e deixar o bolinho bem compacto. Faça um buraco com o dedo e recheie com um cubinho de queijo. Aperte e enrole novamente para fechar.

Separe dois pratos fundos. Num deles, quebre o ovo e bata com um garfo para misturar. No outro, coloque a farinha de rosca. Passe o bolinho pelo ovo batido e deixe escorrer o excesso; em seguida, passe pela farinha de rosca, cobrindo toda a superfície.

Deixe fritar por cerca de 3 min, mexendo delicadamente para dourar por igual.



Geleia de Tomate com Pimenta

Ingredientes
  • 4 tomates maduros sem pele
  • 2 pimentas dedo-de-moça
  • 1 dente de alho
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1/2 xícara de açúcar mascavo
  • 1/2 xícara de vinagre de vinho tinto
  • 1 colher (chá) de café em pó
  • caldo de 1 limão
  • sal a gosto


Preparo

Corte a pimenta dedo-de-moça  ao meio, no sentido do comprimento, descarte as sementes e pique fininho. Descasque e pique fino o dente de alho.

Corte os tomates ao meio e descarte as sementes. Pique grosseiramente e transfira para uma panela. Junte os demais ingredientes e tempere com sal. Misture bem.

Leve ao fogo médio. Quando ferver, baixe o fogo e deixe cozinhar por cerca de 25 - 30 minutos, com a tampa semiaberta, mexendo para não grudar no fundo.

Desligue o fogo e bata com um mixer ou no liquidificador, até que a geleia fique lisa. Transfira para um pote de vidro. Quando esfriar, tampe e guarde na geladeira por até 15 dias. 

domingo, 2 de abril de 2017

Risoto de Beterraba com Figo e Presunto Cru

Essa receita foi feita na íntegra como está no livro / série / projeto "O que tem na geladeira?", da Rita Lobo (mais informações no link).

É um projeto muito legal com ótimas ideias para dar uma roupa nova a diversos vegetais que tem a fama de saudáveis, mas sem graça. São várias dicas que como consumir esses alimentos de forma prática e, o mais importante, realmente saborosa.

O risoto desta receita é um exemplo. Uma maneira diferente de consumir beterraba. Para quem não gosta deste vegetal (eu o/), é uma maneira totalmente inusitada de consumi-lo, onde o caldo empresta a cor vermelha para o risoto e a combinação clássica figo + presunto cru finaliza com um toque sofisticado. Vai parecer um jantar preparado por chefs internacionais, mas que qualquer um pode fazer na sua própria cozinha!

1. Caldo de Legumes com Beterraba

Ingredientes

  • 4 beterrabas
  • 1 cebola roxa
  • 1 cenoura
  • 1 talo de salsão
  • 1 folha de louro
  • 2 cravos-da-índia
  • 1 litro de água


Preparo

Descasque as beterrabas, a cebola e a cenoura e tire os fiapos do salsão. Corte-os em pedaços.
Numa panela média, coloque os legumes, a folha de louro e os cravos-da-índia. Cubra com água e leve ao fogo. Assim que ferver, diminua o fogo, tampe e deixe cozinhar por 30 minutos. 
Após este tempo, coe o caldo e volte para a panela.


2. Risoto (para quatro pessoas)

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de arroz para risoto
  • 1 cebola roxa
  • 1/2 xícara (chá) de vinho tinto
  • Azeite
  • 1 pitada de açúcar
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1/2 xícara (chá) de parmesão ralado
  • sal e pimenta à gosto
  • 4 figos
  • 100g de presunto cru
  • mel à gosto 


Preparo

Lave e seque bem os figos. Mantenha a casca e corte-os ao meio no sentido do comprimento.
Aqueça uma frigideira antiaderante em fogo médio, regue com um fio de azeite e coloque os figos com a parte cortada para baixo. Deixe dourar por cerca de 2 minutos de cada lado. Transfira para um prato e reserve.

Numa panela, refogue a cebola picada com azeite até murchar. Tempere com sal e uma pitada com açúcar. Acrescente o arroz e mexa bem por 1 minuto. Tempere com mais sal (se necessário) e pimenta.

Regue com vinho e mexa bem até secar. Adicione uma concha do caldo de beterraba e mexa até secar. Repita o processo até o risoto ficar no ponto. Na última adição não deixe secar totalmente para o risoto ficar bem úmido.

Desligue o fogo e misture o queijo parmesão e a manteiga. 

Divida o risoto em quatro pratos. No centro de cada um disponha as fatias de presunto cru e duas metades de figos dourados. Regue com mel e azeite a gosto.

Sirva imediatamente.

domingo, 19 de março de 2017

Mousse de Chocolate e Damasco

Essa sobremesa foi adaptada do livro Por Uma Vida Mais Doce, da Daniele Noce, do canal ICKFD. É super fácil de fazer, e o damasco dá um toque mais sofisticado e quebra o doce exagerado do mousse de chocolate. Sem falar que o whisky faz uma participação especial que não pode ser ignorada.

Ficou tão bom que não deu tempo de tirar a foto! :P

Ingredientes
  • 60g de açúcar
  • 3 gemas
  • 110 mL de leite
  • 120g de chocolate meio amargo (58% cacau) derretido
  • 100g de damasco
  • 1 colher (sopa) de whisky
  • 1 envelope de gelatina sem sabor
  • 200g de creme de leite fresco


Preparo

Cerca de uma hora antes, hidrate o damasco em água quente. Se quiser, adicione 1 colher (chá) de whisky na água.
Depois de hidratado, drene a água e leve o damasco ao processador para virar um purê.

Em uma tigela, bata as gemas com o açúcar até clarear. Ferva o leite e acrescente à mistura das gemas com o açúcar, e mexa bem.
Coe para uma panela e cozinhe em fogo baixo, mexendo sem parar, até começar a ferver. Retire do fogo e reserve o creme formado numa tigela. Deixe amornar.

Hidrate a gelatina em água fria conforme as instruções da embalagem. Aqueça no microondas para dissolver e, então, acrescente 2 - 3 colheres (chá) da gelatina líquida no creme morno.
Adicione o chocolate derretido e o purê de damasco.
Espere a temperatura baixar para ~30 oC e adicione o whisky.

Bata o creme de leite em ponto de chantilly e acrescente 1/3 deste na massa, mexendo bem. Na sequência junto os outros 2/3, incorporando delicadamente.

Coloque em potinhos e leve à geladeira por pelo menos 2h.

sábado, 29 de agosto de 2015

Estrogonofe

 Segundo o livro Quem colocou o filé no Wellington?, o estrogonofe - ou a Carne à Stroganoff - foi criado por um dos chefs da família Stroganoff, uma das mais luxuosas do império russo, no final do séc. XIX.

  Uma das histórias diz que o prato foi criado para concorrer numa competição entre as famílias nobres de São Petersburgo, outra diz que foi feito para agradar o conde Stroganoff que, já muito idoso, estava perdendo os dentes e só conseguia mastigar carnes tenras. De qualquer maneira, o fato de ser um prato criado para uma carne de corte caro, como o filé mignon, foi o que lhe deu a fama de comida "chic". 

   Hoje em dia, entretanto, a receita já caiu da boca do povo, e quase nunca é feita com mignon, mas com cortes mais baratos, como o filé de alcatra. A receita original também tinha outras diferenças, não tinha tomate nem cebola, e consistia num creme azedo temperado com tiras de carne.
  Ainda, segundo o livro, originalmente o prato era servido sozinho, e conforme se espalhou em outros países é que o arroz foi incorporado como acompanhamento. A receita colocada aqui é a da Rita Lobo, onde ela deu a excelente dica de substituir o arroz pelas batatas ao murro como acompanhamento (como fizemos na foto). Ficou perfeito!



Ingredientes
  • 1,5 kg de miolo de alcatra em bifes
  • 500 g de cogumelos-de-paris frescos
  • 2 cebolas
  • 3 dentes de alho
  • 3 xícaras (chá) de creme de leite fresco, cerca de 750 ml
  • 3 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 3 colheres (sopa) de catchup
  • 3 colheres (sopa) de molho inglês
  • 3 colheres (sopa) de conhaque
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto


 Modo de Preparo


  1. Corte os bifes de miolo de alcatra em tiras (de 5 cm x 2 cm), transfira para uma tigela e mantenha em temperatura ambiente – a carne não pode estar gelada na hora de dourar. Enquanto isso, prepare os outros ingredientes.
  2. Numa tábua, corte os cogumelos-de-paris em 3 fatias e reserve (se preferir, você pode usar champignon em conserva, mas o resultado não será o mesmo). Descasque e pique fino a cebola e o alho.
  3. Leve ao fogo médio uma panela média. Quando aquecer, regue com 1 colher (sopa) de azeite e doure as tiras de carne aos poucos - se colocar todas ao mesmo tempo, elas vão soltar o próprio líquido e cozinhar no vapor, em vez de dourar. Vire com a pinça para dourar por igual.
  4. Transfira as tiras douradas para uma tigela. Doure o restante, sempre regando a panela com um pouco de azeite antes de cada leva.
  5. Diminua o fogo da panela para baixo e regue com mais 1 colher (sopa) de azeite. Adicione a cebola e refogue até murchar por cerca de 3 minutos, raspando bem o fundo da panela - os queimadinhos da carne são essenciais para dar sabor ao preparo. Junte o alho e mexa por apenas 1 minuto para perfumar.
  6. Acrescente o extrato de tomate, o catchup e mexa bem. Volte a carne dourada à panela, adicione o molho inglês e o conhaque. Junte os cogumelos e misture. Neste ponto, se quiser, você pode flambar para ficar mais gostoso.
  7. Regue com o creme de leite, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Misture bem e deixe cozinhar em fogo médio. Depois que começar a ferver, deixe cozinhar por mais 15 minutos, mexendo de vez em quando, até o molho engrossar. Desligue o fogo e sirva a seguir.

domingo, 19 de julho de 2015

Sabayon de Champanhe com Frutas Vermelhas



A Dani já postou aqui uma receita de Zabaione ou Zabaglione, com vinho do porto. Esta receita é a versão francesa, que usa champanhe como o ingrediente alcoólico.


Ingredientes
  • 200 - 300g de frutas vermelhas (eu usei framboesas e mirtilhos)
  • 4 gemas
  • 25g de açúcar
  • 100 ml de champanhe (eu usei um demi-sec)


Preparo
  1. Coloque os ovos e o açúcar numa tigela em banho-maria e bata com o fouet até esbranquiçar e engrossar. 
  2. Acrescente o champanhe e bata até ficar bem grosso e começar a espumar, o que leva cerca de 10 minutos. (Para saber se está no ponto, desenhe um oito com o fouet - se não desmanchar, o sabayon está pronto.)
  3. Divida em 4 tigelas, coloque as frutas vermelhas por cima e sirva imediatamente.
  4. Ou leve o sabayon à geladeira até a hora de servir (bastam algumas horas) e arrume as frutas antes de servir.

Ovos batidos com o açúcar
Aparência fical, depois de adicionar a champanhe e bater por 10 min,
DICAS:

O chato desta receita é bater o creme por muito tempo e em banho-maria. Mas, se você tem uma KitchenAid (ou uma batedeira profissional, com a mesma potência) pode bater na velocidade máxima. Dá super certo (as fotos foram feitas na KitchenAid).

Eu tirei essa receita do livro "A Pequena Cozinha em Paris" de Rachel Khoo. Originalmente, a receita é com 200g de morangos e 100g de tomates-cereja. Fica a dica para quem quiser inovar!

domingo, 28 de junho de 2015

Bolo de Limão com Sementes de Papoula

Essa receita é do livro da Danielle Noce, do site ICKFD (I Could Kill For Dessert: eu mataria por uma sobremesa). Segui todos os passos recomendados e a surpresa foi o efeito da semente de papoula no bolo.

A semente de papoula é um ingrediente que anda difícil encontrar, mas isso não é desculpa para suprimi-lo da receita. Se não tem, faça outra receita e deixe para experimentar essa aqui em outra ocasião. Sem a semente de papoula, vai ser um bolo simples de limão como em qualquer outro site de receitas...

E mais um detalhe quanto aos ingredientes do bolo. A cobertura é feita com açúcar impalpável, que você pode comprar no mercado, ou pode fazer em casa com açúcar de confeiteiro e amido de milho (maisena) - A receita está aqui.  

Para mais informações sobre os diferentes tipos de açúcar, s aqui tem um post super interessante do ICKFD: Tipos de açúcar

Ingredientes
  • 460g de manteiga
  • 360g de açúcar
  • 8 ovos
  • 480g de farinha de trigo
  • 2 colheres (sopa) de fermento em pó
  • 1 colher (chá) de sal
  • Raspas de 4 limões sicilianos
  • Suco dos 4 limões (160 ml para a massa e o restante para a cobertura)
  • 40g de semente de papoula (eu encontrei em potinhos de 35g, então usei essa quantidade)
  • 300g de açúcar impalpável (para a cobertura)

Preparo

Bata a manteiga e o açúcar até obter uma massa fofa e branca. Adicione os ovos um a um,  batendo bem a cada adição.

A parte, mistura a farinha com o fermento e o sal e peneire. Divida em três parte. Acrescente uma parte da farinha à mistura de manteiga, açúcar e ovos. Junte metade do suco de limão. Continue adicionando uma parte da farinha, a outra metade do suco, e a última parte da farinha, sempre misturando bem. Por fim adicione as raspas de limão e as sementes de papoula.

Coloque a massa numa forma de 25 cm de diâmetro, untada e enfarinhada. Leve ao forno preaquecido a 170oC (baixo) por cerca de 40 min.


Para a cobertura

Misture o açúcar impalpável com o suco de limão aos poucos. Utilize líquido suficiente apenas para formar um creme e jogue por cima do bolo.

DICA: Você pode substituir o limão por suco de laranja ou maracaujá!

quinta-feira, 5 de março de 2015

Bolinhos de Limão da Sansa

Os fãs de Game of Thrones (As Crônicas de Gelo e Fogo), de G. R. R. Martin, já sabem que a culinária é um capítulo a parte na história. Tanto que até rendeu um livro: A Feast of Ice & Fire: The Official Companion Cookbook (Um Banquete de Gelo e Fogo: Guia Culinário Oficial), de C. M. Cassel e S. Lehrer (com introdução do próprio Martin!).

Inspiradas pelos enormes parágrafos sobre os quitutes mais requisitados de Westeros e das Cidades Livres, as escritoras e fãs da série pesquisaram, entre a culinária européia medieval, receitas que mais se assemelhavam ao descrito nos livros. O resultado é um livro que ensina a cozinhar Torta de Rim, Carne Auroque (espécie de boi selvagem, já extinto) e até os famosos Cisnes Cremosos. Sempre na versão medieval (mais fiel à série) e na versão moderna (adaptada ao nosso paladar).

Como nenhum destes pratos me interessa (talvez os Cisnes Cremosos, que nada mais é que um chantilly no formato de cisne), vamos logo para os deliciosos (segundo Martin) Bolinhos de limão, os preferidos de Sansa Stark. A receita moderna nada mais é que um pão-de-ló com cobertura de limão e açúcar cortado em quadradinhos. Já a versão medieval (que é a postada aqui), assemelha-se mais a um cookie de limão, mas o sabor é muito bom e super fácil de fazer.

Ingredientes
  • 2 xícaras e meia de farinha de trigo
  • 2 xícaras de açúcar
  • 6 colheres (sopa) de manteiga sem sal (aprox. 120g)
  • raspas de 2 limões (como a receita é europeia, optei pelo limão siciliano)
  • 1 ovo
  • 2 gemas
  • 1/3 de xícara de açúcar de confeiteiro
  • 1 colher e meia de leite

Preparo

Pré-aqueça o forno a 180 oC e unte uma forma grande.

Numa tigela grande, misture a farinha e o açúcar. Adicione a manteiga, e depois as raspas de limão, o ovo e as gemas. Misture vigorosamente, adicionando mais farinha se necessário, até a massa soltar das mãos.

Enrole a massa em bolinhos de 2,5 cm (1 polegada) e coloque-os na forma. Deixe uns 5 cm de distância entre cada bolinha, pois elas irão crescer.

Asse por 15 minutos, até dourar. Deixe os bolinhos esfriarem por um minuto antes de tirá-los do forno.

Misture o açúcar de confeiteiro e o leite até atingir uma consistência suave. Depois que os bolinhos esfriarem, use uma colher para espalhar a cobertura sobre os bolinhos.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Salada Caeser

Diz a lenda que a Salada Caesar (ou Salada César) foi criada na filial do restaurante de Caesar Cardini, aberta em Tihuana, no México, para fugir da Lei Seca nos EUA da década de 1920.

Em 4 de julho (feriado da Independência americana) de 1924, havia tanta gente no restaurante que os estoques de comida acabaram, sobrando apenas alface. Caesar Cardini, aproveitando seu tino para o marketing, começou a improvisar a salada de alface na frente dos clientes, fazendo parecer que era a especialidade da casa!

O prato ficou famoso e, na década de 1930, a receita foi levada e difundida para a Europa, ganhando diferentes versões.

A salada original leva apenas alface, parmesão, cubinhos de pão branco e o molho, que é a grande estrela do prato. Nós temos a nossa versão do molho Caesar, mas misturamos outras folhas além da alface, verduras cruas e conservas. Ou seja, aquela limpeza na geladeira.

Salada Caesar do Wagner

Ingredientes para o molho

  • 1 colher (sopa) de maionese
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 colher (sopa) de molho inglês
  • alho frito
  • Suco de 1 limão
  • 2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
  • 1 latinha de filé de atum anchovado (com o óleo)
  • Sal e Pimenta a gosto


Modo de preparo

Bata tudo no processador e o molho está pronto.
Para a salada, pique todos os ingredientes que gostar. Regue com o molho e misture bem. No final, adicione croutons (pedacinhos de pão cortado em cubinhos e puxados na manteiga) ou batata palha para ficar crocante.


* Alface e frango desfiado são dois ingredientes obrigatórios. Normalmente é o destino da sobra do frango assado de domingo.

** Na salada da foto, seguem os ingredientes:

  • Alface
  • Frango desfiado
  • Tomate cereja
  • Abobrinha grelhada
  • Berinjela grelhada
  • Aspargo grelhado
  • Palmito
  • Coração de alcachofra
  • Rúcula
  • Pepino em conserva
  • Cebola frita empanada (que descobrimos que já existe para vender no supermercado!)
Outras opções de misturas: cenoura crua ralada, repolho, alface roxa, agrião, etc. Basicamente, o que você gostar. (Ou aquelas verduras que você odeia, mas tem que comer... O molho dará um sabor totalmente diferente!)

***A história sobre a Salada Caesar foi tirada do livro "Quem colocou o filé no Wellington?", de James Winter, Editora Melhoramentos. O livro traz a receita e conta a história de 50 pratos clássicos da culinária mundial. No livro, tem a receita original do molho Caeser, do Estrogonofe, e até da brasileiríssima feijoada.